O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, anunciou hoje, após a Reunião de Câmara semanal, que decorreu por videoconferência, que a Autarquia deliberou a alteração do regulamento do Programa Municipal de Formação e Ocupação em Contexto de Trabalho (PMFOCT), com o intuito de permitir que anteriores participantes possam voltar a candidatar-se ao programa, mas para uma área de atividade diferente.

Miguel Silva Gouveia explicou que “este programa representou, no último ano, um investimento de 400 mil euros em formação em contexto de trabalho, oferecendo a pessoas que já não têm qualquer apoio ao emprego, ou seja, que são desempregados de longa duração, a oportunidade de estarem inseridos nas equipas de trabalho de diversos departamentos do Município do Funchal e adquirir qualificações que permitam a reentrada no mercado de trabalho.”

“A Câmara Municipal do Funchal face à pandemia e ao crescente número de desempregados na nossa cidade, e na Região, procurou alterar o regulamento destes programas possibilitando assim que as pessoas que já tinham participado, mesmo que pelo limite máximo que era de 18 meses, possam concorrer novamente, desde que a formação venha a ser prestada numa área de atividade diferente da primeira”, acrescentou.

O Programa Municipal de Formação em Contexto de Trabalho foi criado em 2015 pelo atual Executivo camarário, servindo como uma forma de contribuir para a integração no mercado de trabalho dos desempregados e dos jovens à procura do primeiro emprego, residentes no concelho, através da participação em projetos de formação prática em contexto real de trabalho. “Esta é uma forma que encontramos de reforçar, nesta altura extremamente difícil, o apoio ao setor do emprego.”

Por fim, o autarca destacou a disponibilização que a Câmara Municipal do Funchal fará da utilização do espaço público por parte das farmácias do concelho, para que possam, no âmbito do protocolo entre a Associação Nacional de Farmácias e o Governo Regional, proceder à testagem massiva da população.

“Procurando ajudar a que a testagem seja feita de forma segura e eficiente, a CMF disponibiliza o espaço público do município para a instalação de locais de testagem, caso as farmácias assim o pretendam. Esta é uma forma do Funchal colaborar nesta missão de saúde pública, associando-se a este desígnio coletivo que é ultrapassar esta crise que estamos a viver”, concluiu Miguel Silva Gouveia.