O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, termina esta sexta-feira, dia 22 de maio, a iniciativa “Falar Funchal” que, ao longo dos últimos dois meses, manteve a proximidade entre o Executivo e os munícipes durante a crise de saúde pública, por via de conversas em direto com convidados reconhecidos pela sua carreira e mérito, sobre diversos temas de interesse público.

Os convidados para a última transmissão, a ter lugar esta sexta-feira, a partir das 12h, em direto no facebook da Câmara Municipal do Funchal, serão Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal, e Ana Barbosa, Diretora de Operações da TUI para a Madeira e Porto Santo, e a conversa decorrerá, como sempre, num formato aberto a questões do público, tendo como tema os desafios que se colocam a curto e médio prazo ao Turismo na Região.

“Ao longo destes dois meses, as diversas transmissões do Falar Funchal foram assistidas por cerca de 25 mil pessoas, pelo que este demonstrou ser, de facto, um formato de interesse para os cidadãos e um canal de diálogo e de partilha sobre temas de indiscutível interesse público, com excelentes convidados, do panorama regional e nacional, num momento particularmente difícil para todos”, explica o Presidente, fazendo um balanço claramente positivo à iniciativa.

“Esta semana vamos concluir a iniciativa com um tema absolutamente basilar para o futuro económico da Madeira após a crise, que é o regresso do Turismo, tendo como pilares a nossa afirmação enquanto destino turístico seguro, o potenciar daquelas que são as nossas mais-valias e a confiança nos predicados que fazem da Região, e do Funchal em especial, um dos destinos turísticos mais antigos e reputados do mundo. Neste momento, cabe a todos nós, entidades públicas e agentes do setor, encontrar as melhores formas de adaptação a esta nova realidade, percebendo claramente quais os principais desafios e desenhando estratégias para ultrapassá-los.”

“Sabemos que este é um tema central para a nossa Região, pelo que incentivamos a que todos os interessados façam as suas questões em direto, sejam eles empresários do setor, trabalhadores ou demais cidadãos, lancem temas a discussão e esclareçam os seus receios, esperando, acima de tudo, que estas conversas sejam o que sempre foram: uma forma de olhar em frente e falar do Funchal e do futuro com confiança naquilo que podemos fazer pelo nosso bem-estar comum.”