Decorreu esta tarde, no Balcão do Investidor, o terceiro e último sorteio da iniciativa ‘Eu Compro Local’, que teve por objetivo ajudar a dinamizar o comércio local num ano particularmente difícil para os vendedores. Esta campanha levada a cabo pela Câmara Municipal do Funchal e pela ACIF – Associação de Comércio e Indústria do Funchal, contou com a adesão de 170 espaços comerciais.

A Vice-Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Idalina Perestrelo, acompanhou o último sorteio e realçou que “ao longo desta iniciativa foram entregues cerca de cento e vinte e dois mil cupões, o que demonstra bem o sucesso desta iniciativa que permitiu gerar no comércio local um elevado e importantíssimo movimento financeiro, para fazer face a todas as condicionantes da crise económica e de saúde pública.”

“Queremos agradecer a todos os que se associaram a esta campanha, quer aos comerciantes, quer a todos os funchalenses e madeirenses que fizeram as suas compras no comércio local, porque juntos conseguimos promover o consumo no comércio local e estimular a economia da nossa cidade”, acrescentou.

A iniciativa ‘Eu Compro Local’ entrou em vigor no início do mês de dezembro e decorreu até hoje, dia 26 de fevereiro de 2021, tendo premiado um total de 60 pessoas que receberam um vale de 200€, inteiramente assegurados pela Autarquia, para serem aplicados em compras nas lojas aderentes.

Idalina Perestrelo conclui que ”pelo sucesso e importância desta campanha para os comerciantes e para dinamização da economia da cidade do Funchal e da própria Região, vamos prosseguir com o nosso trabalho no sentido de encontrar novas soluções que nos permitam voltar a poder dar continuidade a iniciativas como esta. É prioridade deste Executivo continuar no terreno ao lado dos comerciantes, ajudando a mitigar todas as dificuldades que este sector atravessa e salvaguardando postos de trabalho.”

A Câmara Municipal do Funchal está a disponibilizar, no site do Município do Funchal, informações sobre os contactos dos comerciantes que operam no Mercado dos Lavradores e no Mercado da Penteada, e dos respetivos serviços de entrega, com vista a ajudar os comerciantes nas vendas e também a diminuir as deslocações e o tempo de espera dos clientes.

A Vereadora Dina Letra, que tutela os Mercados Municipais, explica que “nos últimos meses temos sido abordados por diversos munícipes, e não só, que nos questionavam se os nossos mercados tinham um serviço de entrega ao domicílio e, neste contexto, reunimos com os comerciantes interessados em realizar este serviço para perceber de que forma poderíamos agilizar o processo, que era inexistente, e facilitar o contato seguro e direito entre os comerciantes e os clientes.”

“Após realizarmos uma avaliação conjunta, constatamos que nem todos os comerciantes que operam nos mercados municipais têm recursos para realizar a entrega ao domicílio, mas nos casos em que isso não acontece, e que está devidamente assinalado na informação que disponibilizamos, as pessoas podem fazer os seus pedidos através de casa e depois recolher em loja”, acrescentou a autarca.

Dina Letra conclui que “ na nossa estratégia de combate à pandemia já tínhamos no terreno a iniciativa “Mercado em Casa” que entrega fruta e legumes aos idosos do nosso concelho e a pessoas com deficiência ou incapacidade. Com esta nova iniciativa estamos a estender o serviço de encomenda e entrega a toda a população interessada, continuando a promover novas soluções para ultrapassar a crise, dinamizando a economia local e ajudando os nossos comerciantes a venderem os seus produtos.”

Na lista de serviços disponíveis encontram-se, entre outros, a comercialização de produtos hortofrutícolas, comércio de peixe, venda de flores, venda de plantas suculentas e aromáticas, produtos de ervanária, chocolataria. A lista completa, e respetivos contatos, pode ser consultada no site do Município do Funchal.

A Câmara Municipal do Funchal deliberou, esta semana, a atribuição de apoios financeiros ao associativismo cultural e a atividades culturais de interesse municipal, para o ano de 2021. Os apoios em causa ascendem a 300 mil euros, um aumento de cerca de 40 mil euros em relação à primeira deliberação do ano passado, e abrangem um total de 38 entidades, sendo que será aprovada ainda no mês de fevereiro.

O Presidente Miguel Silva Gouveia enaltece que, desde o início da crise pandémica, “a CMF tem-se empenhado no sentido de defender o direito à cultura por parte dos funchalenses e o direito à criação artística por parte dos profissionais do setor cultural na Região, pelo que esta é mais uma forma de reiterar o compromisso de apoiar estes profissionais, e de garantir que as produções culturais do concelho continuam a chegar a todos os funchalenses. Ao longo do último ano, a cultura no Funchal nunca parou, e vamos fazer tudo para criar semelhantes condições em 2021 e ajudar este setor a ultrapassar as dificuldades que continuam a fazer-se sentir de forma severa.”

Miguel Silva Gouveia explica que “estes apoios são atribuídos mediante candidaturas efetuadas pelos agentes e entidades culturais do concelho para a realização de projetos específicos, de acordo com um regulamento desenvolvido pelo atual Executivo e que está em vigor há vários anos”, e nota que “a CMF tem vindo a gerir a atual situação crítica em várias frentes, pelo que está a ser feita, como se impõe, uma gestão equilibrada e responsável quanto à atribuição de apoios, perante o cenário excecional e delicado que continuamos a viver.”

Nesta deliberação, explica o Presidente, “foram privilegiadas mais uma vez entidades culturais que dependem especificamente destes apoios para poderem subsistir a nível profissional”, acrescentando que “neste momento, e dado o clima de incerteza que ainda é vivido por todos, continua a haver uma série de eventos e iniciativas cuja realização ainda não está garantida, mas que a Autarquia estará disponível para apoiar a posteriori.”

Entre as associações apoiadas este ano, destacam-se o Teatro Feiticeiro do Norte (40 mil€), a Associação dos Amigos da Arte Inclusiva – Dançando com a Diferença (30 mil€), a Porta 33 – Associação Quebra Costas (27 mil€), a Fundação Cecília Zino (24.799€), a Associação de Bandolins da Madeira (12 mil€), o ALESTE – Associação Cultural (12 mil€), a Associação Nuvem Aquarela (10.500€), a Associação Recreio Musical União da Mocidade (10.500€) e a Banda Municipal do Funchal (9 mil€). Serão, igualmente, apoiados cerca de duas dezenas de artistas em nome próprio.

“Para além da pandemia, e à semelhança do que já havia acontecido no ano passado, o Orçamento da Câmara Municipal para 2021 voltou a ser chumbado em Assembleia Municipal pelo PSD e pelo CDS, e é incontornável que isso condicionou uma vez mais a atribuição de apoios ao associativismo.”

“No Funchal, a cultura não vai parar. Vamos continuar a fazer o nosso melhor com as circunstâncias que temos, a responder presente aos desafios, a defender os nossos princípios, a apoiar os artistas e a sustentabilidade do setor, e a garantir uma cultura acessível a toda a gente, porque a cultura é um bem essencial”, conclui.

 

A Câmara Municipal do Funchal já entregou um total de 5605 cabazes a famílias funchalenses afetadas pelas consequências da crise pandémica, no âmbito da iniciativa “Funchal, Cabaz Vital”. Neste momento, o investimento municipal já ultrapassou os 100 mil euros, e apoiou 18 mil pessoas, sendo que as famílias residentes nas freguesias de Santo António e São Martinho são as que mais recorrem a este apoio de cariz social.

O Presidente Miguel Silva Gouveia sublinha que “em oito meses de implementação, a CMF já apoiou mais de dezoito mil pessoas, um número que é bastante representativo das dificuldades que as famílias funchalenses têm vindo a enfrentar durante a crise pandémica. Desde a primeira hora, temos estado ao lado dos funchalenses, salvaguardando as suas condições de vida e honrando a matriz social que pauta a governação deste Executivo.”

Lançada em maio de 2020, esta iniciativa da Autarquia surgiu para amparar e auxiliar, através da entrega de bens essenciais, as famílias residentes no concelho que, fruto das dificuldades geradas pela COVID-19, viram reduzidos os seus rendimentos mensais, seja devido a situações de lay-off ou de desemprego.

“Desde novembro passado reforçarmos a nossa capacidade de resposta a esta iniciativa com a criação de um centro logístico, no Mercado da Penteada, ao que somou um novo procedimento com vista à aquisição de bens essenciais, já tendo em vista as necessidades que iriam surgir durante este período difícil que atravessamos”, realça o autarca.

Os cabazes são compostos por fruta e legumes da época, ervas aromáticas e ovos, todos de produção regional, tendo a Autarquia passado a incluir nos mesmos receitas e dicas de conservação dos alimentos, alimentação saudável e redução de desperdícios alimentares, no sentido de prestar informação útil e ajudar os munícipes em todas as frentes.

O Presidente conclui que “será essencial continuar a assegurar aos funchalenses uma rede de amparo social ao longo deste ano, permitindo a manutenção de condições de vida condignas. O papel de um autarca é de proximidade e envolvimento na comunidade, pelo que estaremos presentes no terreno mais do que nunca e, independentemente do que o futuro nos reserve, os funchalenses podem contar com o atual Executivo a seu lado para enfrentar as adversidades.”

Recorde-se que os cabazes são gratuitos e fornecidos a pedido, através do e-mail cabaz@cm-funchal.pt ou do telefone 291 214 083, de 2.ª feira a sábado, entre as 9h e as 12h, sendo que, no ato do pedido, os beneficiários têm de indicar o motivo da perda de rendimento. A entrega é efetuada pelo Município, por ordem de chegada dos pedidos, no período compreendido entre as 12h e as 17h, sendo o transporte igualmente gratuito. A Autarquia entrega, por mês, um cabaz aos agregados familiares até três elementos e dois cabazes aos agregados familiares com mais de três elementos.

A Câmara Municipal do Funchal lançou, no passado mês de maio e em plena crise pandémica, a marca “Made in Funchal”, com o objetivo de congregar e promover os pequenos empreendedores locais que têm marcas próprias criadas na cidade, entre artistas, artesãos e empreendedores em geral. O projeto tem crescido online ao longo do último ano, com um site próprio e uma página na rede social Instagram, e já conta com o registo de 117 marcas próprias.

Miguel Silva Gouveia explica que esta plataforma municipal, disponível em https://www.madeinfunchal.cm-funchal.pt/, “tem possibilitado, ao longo dos últimos meses, que o Município divulgue, de forma sistematizada, as marcas dos pequenos empreendedores locais, estimulando assim a venda dos seus produtos e serviços, e promovendo parcerias potenciadoras dos negócios em causa, com as quais todos temos a ganhar, numa fase em que é fundamental apoiar a economia local perante a atual conjuntura socioeconómica.”

“Este site tem-se assumido como uma forma de dinamizar a economia local e de apoiar os comerciantes face às dificuldades que estamos a viver, potenciando as plataformas digitais e as suas mais-valias, que ganharam ainda maior importância nesta fase, quer para divulgação, quer para vendas online, devido ao confinamento social, algo que o Município já se comprometeu a aprofundar ao longo deste ano, com várias novidades em carteira”, acrescentou.

No imediato, a Autarquia prepara-se para reforçar a aposta na marca “Made in Funchal”, dando visibilidade “a mais de uma centena de empreendedores locais e aos seus respetivos canais, desde logo em termos de redes sociais, de modo a que os clientes possam entrar de imediato em contacto com os comerciantes”, explica o Presidente. O site está, de resto, dividido em 8 categorias: Alimentação, Artigos de Bebé, Bijuteria, Comunicação e Artes, Lar e Decoração, Moda e Acessórios, Saúde e Bem-Estar, Tecnologia e Serviços.

“O Made in Funchal é uma afirmação da estratégia integrada do Município com vista a apoiar, revitalizar e adaptar o comércio da cidade para os desafios atuais, promovendo o que de bom se faz no Funchal, criando uma rede de parcerias e priorizando o consumo dos produtos locais. Assim que as condições o permitam, o Município levará também a efeito o primeiro salão Made in Funchal”, conclui o Presidente, “confiante de que este é um projeto com uma identidade forte e com todas as condições para se afirmar na realidade regional no futuro.”